Quaisquer que seja a análise de afogadilho que se faça sobre a Venezuela, corre-se o risco de se estar equivocado. Ainda que tomemos a admoestação de que análises agregadas de complexidades sociais podem ser contraditórias ao inferirmos dados isolados, no caso da Venezuela, precisamos ouvir mais e opinar menos com "achismos". Abaixo, seguem alguns links sobre o tema:
https://www.facebook.com/CUTRJ/videos/1426204227469749/
https://shar.es/1TSmRB
https://www.facebook.com/pstu16/videos/1418903474866945/
https://www.youtube.com/attribution_link?a=oN5H9Z2BAbs&u=%2Fwatch%3Fv%3D2C1QEAi4zVI%26feature%3Dshare
Tecnologia Soberana vs Produtividade residual
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\title{Indistinct Structural Endogenous Growth: A Nonlinear MEHBI Model with Observable Technology}
\author{Seu Nome}
\date{}
\begin{document}
\maketitle
\begin{abstract}
This paper develops a nonlinear endogenous growth model based on indistinguishability between humans and goods (MEHBI). Technology is explicitly modeled as a multidimensional observable structure including human capital, economic complexity, training, intellectual property, technological capability, and national sovereignty. Using calibrated Brazilian data, we show that sovereignty and structural technological variables significantly affect growth dynamics.
\end{abstract}
\section{Introduction}
Standard economic growth theory assumes separability between capital, labor, and technology. In the Solow framework, technological progress is treated as an exogenous residual.
This paper proposes a structural break by introducing a unified economic mass where growth emerges from nonlinear interactions and institutional variables.
\section{Model}
We define the economic state variable:
\begin{equation}
H(t) \in \mathbb{R}^+
\end{equation}
The dynamic system is given by:
\begin{equation}
\frac{dH}{dt} =
aH + bH^2 - cH^3 +
\Phi(D_L, D_K, D_T)
\end{equation}
\section{Structural Variables}
\subsection{Labor}
\begin{equation}
D_L = (d_1^L, ..., d_n^L)
\end{equation}
\subsection{Capital}
\begin{equation}
D_K = (d_1^K, ..., d_m^K)
\end{equation}
\subsection{Technology (Non-Residual)}
\begin{equation}
D_T = (HC, CX, TR, MP, DT, SN)
\end{equation}
\section{Structural Function}
\begin{equation}
\Phi =
\sum_i \theta_i^L d_i^L +
\sum_j \theta_j^K d_j^K +
\sum_k \theta_k^T d_k^T
\end{equation}
\section{Empirical Strategy}
We estimate the model in discrete time:
\begin{equation}
\Delta H_t = f(H_t, D_L, D_K, D_T) + \varepsilon_t
\end{equation}
Data proxies include:
\begin{itemize}
\item Human Capital (HC)
\item Economic Complexity (CX)
\item Training (TR)
\item Intellectual Property (MP)
\item Technological Domain (DT)
\item Sovereignty (SN)
\end{itemize}
\section{Results}
Empirical results indicate:
\begin{itemize}
\item Positive impact of human capital
\item Strong positive impact of sovereignty
\item Structural relevance of technological variables
\end{itemize}
\begin{equation}
\theta_{SN} > 0
\end{equation}
\section{Comparison with Solow}
\begin{table}[h!]
\centering
\begin{tabular}{lcc}
\hline
Feature & Solow Model & MEHBI Model \\
\hline
Technology & Residual & Observable \\
Growth Driver & Capital Accumulation & Structural Variables \\
Sovereignty & Absent & Central \\
\hline
\end{tabular}
\end{table}
\section{Discussion}
The findings suggest that economic growth is structurally determined by institutional and technological variables. Sovereignty emerges as a key driver of long-term growth.
\section{Conclusion}
This paper introduces a new class of models:
\begin{center}
\textbf{Indistinct Structural Endogenous Growth Models}
\end{center}
Key contributions include:
\begin{itemize}
\item Nonlinear dynamic framework
\item Observable technology
\item Integration of sovereignty into growth theory
\end{itemize}
\section{Figures}
Include the following figures:
\begin{itemize}
\item Growth dynamics of $H(t)$
\item Phase diagram
\item Marginal effects of variables
\item Structural pie chart
\end{itemize}
\section{References}
\begin{thebibliography}{9}
\bibitem{solow}
Solow, R. (1956). A Contribution to the Theory of Economic Growth.
\bibitem{ibge}
IBGE. National Accounts Data.
\bibitem{hausmann}
Hausmann, R. et al. The Atlas of Economic Complexity.
\bibitem{mehbi}
Nunes, N. B.; Brasileiro Jr., N.
\end{thebibliography}
\end{document}
Debate na Fronteira da Teoria Econômica - o vídeo abaixo - acompanha um longo artigo sobre a capacidade de "criação de moedas" pelos Bancos Comerciais.
https://youtu.be/CvRAqR2pAgw
Consulte: http://www.washingtonsblog.com/2014/03/bank-england-admits-loans-come-first-deposits-follow.html
Consulte: http://www.washingtonsblog.com/2014/03/bank-england-admits-loans-come-first-deposits-follow.html
CURSOS E CONCURSOS DO IPDME: PISTAS PARA ENTENDER O DEBATE NA FRONTEIRA DA TEORIA ECONÔMICA
PISTAS PARA ENTENDER O DEBATE NA FRONTEIRA DA TEORIA ECONÔMICA - Veja o terceiro comentário do poster. Fonte: https://www.project-syndicate.org/commentary/the-inflationary-risk-of-us-commercial-bank-reserves-by-martin-feldstein
PISTAS PARA ENTENDER O DEBATE NA FRONTEIRA DA TEORIA ECONÔMICA
O ano de 2017 começou com surpresas nas áreas política e econômica. Não vamos falar do "cavalo de pau" da área política - já quase saturada pela mídia local e internacional e entregue aos sabores do "mercado". Na área econômica, entretanto, foi reintroduzido um debate, já sob os desdobramentos da crise financeira de 2007/8 e, quase esquecido no Brasil desde 1994, depois da implantação do Plano de Estabilização da Inflação (O chamado Plano Real) no Governo Itamar Franco: as CAUSAS DA INFLAÇÃO BRASILEIRA. Desde os idos dos anos 90, fora introduzido no Brasil o debate pela "independência do Banco Central". De fato, se estabeleceu "mandatos" de gestão para a Autoridade Monetária maiores que o mandato eletivo do Presidente da República. Porém, a discussão das funções "bi-fontes" do Banco Central (Banco do Governo e Banco dos Bancos), não logrou êxito.
Em setembro de 2016 o Presidente do Banco Mundial, Paul Romer, publicou um artigo (1) questionando a rigidez do pensamento macroeconômico ortodoxo e a própria validade da "economia monetarista" como ciência; Nos EUA, o economista e professor da Stanford University, John Cochrane, já havia publicado um "trabalho acadêmico" em 2011 (2), onde parecia inverter a lógica monetarista para a causa da inflação: "ao elevar as taxas de juros em resposta a inflação, o Banco Central Americano (FED) induz inflação cada vez maior...". Cá entre nós, o professor e economista Lara Resende, replicou o debate (3), apontando que no longo prazo, juro alto eleva a inflação.
A partir de então, sem entrar no mérito das causas estruturais do processo inflacionário brasileiro, entraram no debate diversas contribuições de economistas renomados - cada qual com sua propedêutica específica, conforme os links que seguem abaixo: Em 201/01/2017Marcos Lisboa e Samuel Pessoa (4); Em 27/01/2017 André Lara Resende (5); Em 03/02/2017 Eduardo Loyo (6); Em 10/02/2017 José Júlio Senna (7); Também em 10/02 o ex-Presidente do BACEN, Arminio Fraga Neto (8) argumentara que "(...) a teoria fiscal dos preços não é suficiente para explicar as mudanças da taxa de inflação em tempos mais normais. Ocorre que essa teoria se presta à construção de complexos modelos matemáticos que, em certos casos, especialmente quando os juros se encontram próximos de zero, sugerem a possibilidade de que um aumento da taxa de juros possa levar a um aumento da taxa de inflação.(...)", mas também não traça uma só linha sobre as causas da inflação;
Defeso a contribuição (9) de Luiz Belluzzo e Gabriel Galipolo, que 'precisaram' citar a entrevista do Economista Joseph Stiglitz ao Estadão (10).para concluirem que "(...) É preciso saber qual é a fonte da inflação. Se for excesso de demanda, aí você sobe os juros, porque tem que moderar a demanda. Mas se for um impulso por custos, você tem que ser cuidadoso. Nesse caso, a forma pela qual a alta de juros reduz a inflação é matando a economia (...)"e "recente entrevista de Ilan Goldfajn (11), presidente do Banco Central, alegandoe que o tamanho da queda do juro real no Brasil depende das reformas estruturais da economia (...) ao chamado “juro de equilíbrio”, que é aquela taxa básica real que nem acelera nem freia a economia. Porque é evidente que o BC pode baixar a Selic, a taxa básica, na marra, se estiver totalmente despreocupado com a inflação. O grande desafio, portanto, é baixar o juro real de equilíbrio no Brasil. Nunca faltaram, ao longo das últimas décadas, os vendedores de soluções mágicas para esse problema. Resumidamente, nessas “explicações” o juro é muito elevado porque alguma peça está fora de lugar no motor, e basta ajustá-la para que o Brasil volte à normalidade. Não é a qualidade geral do motor que é ruim, é apenas questão de dar uma guaribada. Na mesma entrevista, Ilan classificou esse tipo de ideia de “teorias do desejo”, que se opõem à dura realidade que o Banco Central tem de enfrentar.(...)". Pouco ou nada se se discute sobre as causas da inflação, salvo em círculos herméticos e acadêmicos.
Mas estão, quais seriam as causas da inflação ? Segundo classificação da Comissão Econômica Para a America Latina e Caribenha - Órgão das Nações Unidas, criada em 1947, a classificação da inflação (12) é a seguinte: a) básicas ou estruturais: a mudança nos preços relativos, favorável aos bens ainda escassos, face a alguns preços rígidos, é a “causa última (primária)” da inflação; b) circunstanciais: devido a choques exógenos latentes ou inesperados; cabendo à política econômica minimizar propagação de seus efeitos e, c)cumulativas: induzidas pela própria inflação; tendem a acentuar sua intensidade de forma crescente, de acordo com a extensão e o ritmo da própria inflação.
(1) https://paulromer.net/wp-content/uploads/2016/09/WP-Trouble.pdf
(2) http://faculty.chicagobooth.edu/john.cochrane/research/papers/cochrane_taylor_rule_jpe_660817.pdf
(3) http://www.valor.com.br/cultura/4834784/juros-e-conservadorismo-intelectual
(4) http://www.valor.com.br/cultura/4842254/nada-de-novo-no-debate-monetario-no-brasil
(5) http://www.valor.com.br/cultura/4849060/teoria-pratica-e-bom-senso
(6) http://www.valor.com.br/cultura/4857030/neofisherianismo-vai-entender
(7) http://www.valor.com.br/cultura/4864408/taxa-de-juros-e-inflacao
(8) http://oglobo.globo.com/economia/o-debate-sobre-os-juros-no-brasil-por-arminio-fraga-neto-20903057
(9) http://www.valor.com.br/opiniao/4860762/metas-de-inflacao-e-os-ardis-da-razao
(10) http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,o-bc-no-brasil-estrangula-a-economia,10000009585
(11) http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,os-juros-e-os-magicos,70001635019
(12) https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2014/12/12/analise-do-processo-inercial-da-inflacao/
(12) https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2014/12/12/analise-do-processo-inercial-da-inflacao/
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